quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Êta sorvetinho bão!
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Aprenda a fazer um maravilhoso Espaguete ao Vôngole...uma delicinha
O chef Plínio Loiola Arraes, do restaurante Chácara Santa Cecília nos ensina a fazer um delicioso Espaguete ao Vôngole. Siga o passo a passo com o chef e bom apetite!
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Ai que saudade da boa Varig
Que tristeza se sentir desconfortável em sua própria casa ... a companhia aérea de seu país. Em tempo, nem tudo foi ruim ... a comida a bordo com o cardápio-tema Brasil On Board estava muito boa ... as opções são ótimas e bem temperadas. Pena que servidas com desdém!
Isso sim é uma "porcaria"
Se meu amigo Zaga não soubesse bem a qualidade de seus produtos até poderia ficar magoado com o título da matéria. Mas o frigorífico Cancian em Tietê, merece todos os elogios. A qualidade de seus produtos é incontestável, sem falar da apresentação. Se estiverem passando por aqui não deixem de levar o kit feijoada ou o suã de porco. Tentarei roubar para outra matéria a receita do risoto de suã com viradinho de milho da d. Sonia (Kika) ... de comer rezando. Os produtos Cancian podem ser encontrados também no empório Santa Luzia em Sampa.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Jambalaya
Não é trapaça do senado, nem confusão do Toma lá Dá cá.É um risoto contemporâneo de consistência variada, com aromas, textura e cores saudáveis. Cor saudável? Tem. Na culinária orgânica é igual tempero...faz muita diferença. Essa invenção é de Renato Caleffi, mestre em gastronomia orgânica contemporânea. Tem Jambalaya de tudo quanto é coisa, e todos acompanham caramelo de aceto, queijo crocante, e bouquet de folhas. Ah, e tem Jambalaya sem lactose. Para abrir o cardápio e acertar, vai a dica:
Jambalaya à Potiguar
exótico, brasileiro e condimentado
Arroz, lasca de caju, creme velouté de suco de caju, e vinho.
Conheça o chef e a culinária orgânica no site http://www.lemanjuebistro.com.br/v2/
um beijo e um queijo
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Baião de dois prá matar saudade...
Baião de dois vem do Ceará, mas como tudo nesse Brasil se mistura, teve que migrar.
Já experimentei desde o dito original, até o que mais gosto que é feito pela D. Quinha, mãe de uma amiga de infância natural de Sobral.
Como essa receita tem destino certo, Holanda, vai aí a minha dica adaptada:
Cozinha o arroz e deixa solto. Cozinha o feijão (se não tiver de corda, vai o preto mesmo ou outro). Aqueça uma frigideira e coloque manteiga. Frita a cebola e por último o alho (por último porque alho queima fácil). Cheiro verde e em seguida o feijão sem caldo. Refoga e coloca o arroz. Rale um queijo que achar em tiras e misture na frigideira.
Coloque a carne de sol (isso a gente pode mandar daqui) já preparada. Vai mexendo prá ficar tudo misturadinho e molhadinho.
Agora o melhor - quando estiver pronto, corte uma fatia fina de queijo que derreta, coloque no prato e jogue a mistura bem quente em cima prá derreter o queijo. Sirva com batatinha frita.
Esse baião já deve estar longe do original, mas é muito bom prá matar saudade.
domingo, 9 de agosto de 2009
Nirá san
Nirá, ou cebolinha japonesa é deliciosa. Já foi usada no oriente como erva protetora contra o mal mas é boa mesmo com um bom saquê gelado. Apesar de não estar nos cardápios, está disponível naquelas delícias de loja no bairro da Liberdade. Como estou no Rio hoje, fui até o Nori depois do cinema e me deliciei. Parece fácil preparar o nirá, mas descubre que o segredo está em colocar primeiro o azeite.
Ingredientes
150 g de nirá mais ou menos
1 colher de sopa de azeite extra virgem
1 colher de sopa de molho de soja (shoyo)
Modo de preparo
Descarte a base (parte dura) do nirá e corte-o em quatro partes. Em uma frigideira esquente o azeite e refogue o nirá por aproximadamente três minutos ou até que fiquem macios, mas ainda crocantes. No último minuto adicione o molho de soja.
食欲
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Bauhaus também é cerveja.
Vem de Frutal, MG. Por enquanto só tem em algumas cidades do interior de SP, MG e MS. Mas com esse sabor, chega aqui logo.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
as 7 maravilhas do mundo
• A pâte d’olives (pasta de azeitona, ou “tapenade” para os íntimos) produzida em Nice pela L’Olivade, empresa especializada em azeitonas e derivados.
Um produto esplêndido que consegue superar até mesmo as deliciosas tapenades vendidas nas feiras livres francesas. Detalhe: as tapenades estão para as feiras livres francesas como o sanduíche de mortadela está para o Mercadão de São Paulo.
• Os cornichons extrafinos (pepininhos em conserva) da francesa Maille.
A Maille é uma empresa de 1747 (produtora também da mostarda fina de Dijon) que a gigante Unilever comprou, mas teve o bom senso de manter inalterada, com o mesmo portfólio de produtos e a mesma filosofia de trabalho. (Boa, Unilever!)
• Os filets de thon (filés ou lasconas de atum) da italiana Callipo, sediada em Pizzo, na Calábria.
No dia em que o mundo for realmente justo, todas as pizzas de atum do planeta serão feitas com o atum da Callipo.
• O sorbet (não o sorvete, que em francês é “glace”) de pêche de vigne (pêssego da vinha) da Glaces Neige Azur, estrutura industrial da sorveteria L’Artisan Glacier, de Juan-les-Pins, no sul da França.
Compete pau a pau com o sorbet de pera da esplêndida Vipiteno, de São Paulo.
• A bolacha (como diriam os paulistas) ou o biscoito (como diriam os cariocas) Água com Gergelim, da Piraquê, a maravilha brasileira dessas 7. Uma espécie de Cristo Redentor da lista. Detalhe: a Piraquê, apesar de ser uma empresa gigantesca, líder de mercado num país de proporções continentais, mantém desde a sua fundação a filosofia de produzir em quantidades industriais produtos de qualidade artesanal a preços democráticos. Casos, por exemplo, da histórica Goiabinha (adorada por gerações) e da fabulosa Água com Gergelim, que transformou a Piraquê, brasileira de Madureira, no Rio de Janeiro, numa das maiores importadoras de gergelim do mundo. Com certeza devem ter muitas outras. Então, aguardamos sua adesão para aumentar a lista (e nos dar a dica).
sábado, 11 de julho de 2009
Bambi está de volta.
O tradicional restaurante Bambi está de volta. Sempre tiveram muitas casas com comida árabe (hoje em dia mais ainda) mas o Bambi sempre teve um "qzinho" a mais, pelo capricho com que a comida era preparada, os temperos originais que davam um sabor autêntico ao prato. E no final o Chocolamour...aquela delícia exclusive que ninguém conseguia fazer igual.A casa nova tem decoração mais sofisticada que a da antiga rua Cubatão, e vem assinada por João Mansur. Mas os proprietários prometem manter a essência. Vamos conferir e torcer.

A partir do dia 14 de julho, na rua Jorge Coelho, 162 – Jd. Paulistano
Tel.: 3071-4600



